22 de jul de 2013

HISTORIA DA CULINÁRIA ITALIANA -NHOQUE A BOLONHESA



HISTORIA DA CULINÁRIA ITALIANA

A culinária italiana conhecida hoje é um resultado da evolução de séculos de mudanças sociais e políticas. Suas raízes se encontram no século IV na Idade Média e mostram a influência dos árabes e normandos que levaram os primeiros chefs notáveis à região da Itália. Essas influências ajudaram a moldar o que hoje é conhecido como culinária italiana, adicionando itens como: batatas, tomates, pimenta e milho.

No século XVIII a maior parte da Itália era governada pela França, Espanha e Áustria. Foi no início deste mesmo século que livros de culinária italiana começaram a ser escritos e distribuídos, para que os chefs espalhados pelas regiões da Itália pudessem mostrar seu orgulho pelo país.

A culinária italiana tem várias características específicas, conhecidas mundialmente. No entanto, dentro da própria Itália, a culinária não só é regional, como também sazonal. As regiões têm características próprias que as diferenciam umas das outras. Utilizam diferentes ingredientes, receitas e até modos de preparo.

Na Itália, as refeições podiam ter até cinco pratos servidos, com mais três depois de terminada a refeição. As refeições duravam horas e, em dias de festividades, podiam durar até o dia inteiro. Hoje em dia, esta tradição só é utilizada em feriados especiais e, mesmo assim, não de forma tão exagerada.

As refeições, antigamente, seguiam a seguinte regra:

1. Antipasti – tira gostos quentes ou frios.
2. Primo - um prato quente como pasta, risoto, gnocchi ou polenta.
3. Secondo - o prato principal. Normalmente, composto por peixe, carne bovina ou suína ou aves.
4. Contorno - uma guarnição, normalmente de salada ou legumes cozidos. Servido com o prato principal.
5. Formaggio e frutta - queijo e futas, a primeira sobremesa.
6. Dolce - a sobremesa em si, com bolos e biscoitos.
7. Caffè - Café e/ou expresso.
8. Digestivo - licores ou vinhos que, tradicionalmente, encerravam as refeições.

A culinária italiana que conhecemos hoje não é verdadeiramente italiana. A culinária de cada região da Itália difere-se bastante das outras, então não existe uma culinária própria para o país inteiro. Neste caso, costuma-se dizer que a culinária italiana é mundial, pois cada país pode adicionar seu toque especial à receita que desejar e servir um bom prato italiano.

COZINHA ITALIANA

Dentre os principais patrimônios que caracterizam a Itália, além de suas belezas paisagísticas e de sua arte, está a gastronomia. A cozinha italiana é talvez uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos ingredientes característicos da cozinha típica e regional. Isso é sem duvida consequência dos vários povos que passaram pela península itálica através dos séculos e lá deixaram sua marca com a introdução de novos elementos e alguns pratos hoje apreciados em todo o mundo.

Uma das etnias que mais influenciou na formação dessa cultura foram os árabes, que, a partir do século IX, principalmente na Sicília, implementaram a culinária local com o açúcar, o arroz, a canela, o açafrão, a berinjela e os doces de marzipã. Além disso, transmitiram as técnicas de produção de figos secos e passas.

A partir de 1600 os espanhóis também deixaram sua marca, principalmente com novos produtos originários da América como, por exemplo, o tomate, a batata, o feijão, o milho, o cacau, o rum e o café. Na época de Napoleão Bonaparte, os franceses transmitiram agregaram à culinária italiana a utilização de pratos com produtos derivados do leite, como manteiga e creme de leite. Eles também ensinaram aos cozinheiros italianos formas mais refinadas de apresentação dos pratos, com um visual mais elaborado. Com a imigração dos italianos para a América (Nova York, Buenos Aires e São Paulo), a partir de 1900, a Itália exportou sua culinária, principalmente com napolitanos, que passaram a divulgar a pizza e o famoso “spaghetti al sugo”, pratos conhecidos e apreciados em todo o mundo.

Portanto, é difícil falar numa cozinha italiana, o mais correto é falar em cozinha típica regional italiana. Além das diferenças gastronômicas entre o sul e o norte, dentro da mesma região encontra-se em várias cidades, até mesmo próximas, diferenças históricas, devido aos povos que passaram no local, geográficas e climáticas que determinam os tipos de produtos elaborados e que, por sua vez, vão constituir os ingredientes dos pratos tipicamente regionais.

Em poucas palavras, na gastronomia do norte da Itália predominam produtos de influência francesa, austríaca e húngara, com o emprego de muitos produtos derivados do leite, enquanto que no sul, predominam os de influência árabe, quais sejam: uso de muito molho de tomate, pouca carne bovina e muita carne de coelho, ovina, caprina e suína.

Nos bosques e montanhas predominam os famosos “funghi” e muita caça. Já no litoral, encontram-se diversos tipos de peixe, com destaque para o atum e o peixe “spada”, além de muitos frutos do mar e bacalhau.

Dentro do cenário gastronômico italiano, também há a Cozinha Mediterrânea, principalmente na parte meridional e nas ilhas da Sicília e Sardenha, a qual é conhecida pelos italianos como “cozinha sadia”, rica em carboidratos, frutas, verduras, peixes, pouca carne e muito óleo de oliva.

Salames, queijos e vinhos de primeira linha completam a riquíssima cozinha tipicamente regional de todas as partes da Itália e apreciadas em todo o mundo.

RECEITA;

NHOQUE AO MOLHO A BOLONHESA

Para o nhoque

Ingredientes:

500 g de batatas200 g de farinha de trigo2 gemas de ovo50 g de queijo parmesão raladoSal, pimenta, açúcar e noz moscada

Modo de preparo:

Cozinhe as batatas com casca em água salgada. Depois de cozidas, retire a casca e esprema rapidamente, ainda quentes. Abra sobre uma bancada e deixe esfriar evaporando um pouco de água. Junte os outros ingredientes e de liga na massa. Acerte o tempero com sal, pimenta, noz moscada e um pouco de açúcar. Com farinha, enrole e corte os nhoques no formato tradicional. Cozinhe em água quente e salgada ate que subam.

Para o molho

Ingredientes:

300 g de carne moída de primeira
400 g de molho de tomate
30 g de cebola
20 g de salsão
20 g de cenoura
30 ml de vinho tinto seco
1 folha de louro
5 g de alho esmagado
Ervas aromáticas (sálvia, tomilho, alecrim)
Modo de preparo:

Pique em quadradinhos bem pequenos a cebola, o salsão e a cenoura. Refogue por 5 a 7 minutos ou ate que comecem a dourar. Acrescente o alho. Logo em seguida, acrescente a carne e refogue deixando-a soltinha. Depois de refogada, coloque o vinho tinto seco, a folha de louro, as ervas e o molho de tomates e deixe cozinhar pelo menos 40 minutos.

Montagem final:

Coloque o nhoque já cozido em uma frigideira já com o molho bolonhesa. Mexa gentilmente até que o molho se espalhe entre o nhoque. Coloque cuidadosamente em um prato. Finalize com um pouco de queijo parmesão ralado.


PAÇOCA DE PINHÃO



PAÇOCA DE PINHÃO

Ingredientes

1 kg de pinhão cozido e descascado
300 gramas de carne de porco
300 gramas de carne de gado
200 gramas de cebola de cabeça
2 maços de tempero verde (cebola, salsa e manjerona)
Azeite e sal a gosto

Modo de preparo

Cortar as carnes em cubos e refogar no óleo. Reservar. Cortar e refogar a cebola de cabeça na mesma panela e acrescentar o tempero verde picado. Depois de refogado os ingredientes, colocar o pinhão e moer tudo junto. Levar novamente ao fogo e mexer com colher de pau até aquecer.

17 de jul de 2013

PENNE AO MOLHO PESTO


PENNE AO MOLHO PESTO

Ingredientes

500 grama(s) de macarrão do tipo penne
2 xícara(s) de chá de folhas de manjericão
1 xícara(s) de chá de azeite extra virgem
5 colher(es) de sopa de queijo parmesão ralado fino
2 colher(es) de sopa de castanha de caju
1 dente(s) de alho picado
sal a gosto
Modo de preparo
No liquidificador, adicione o azeite e o alho picado. Bata até que o alho fique bem triturado. Acrescente, depois, as castanhas, o sal, o parmesão e, por último, o manjericão. Bata, lentamente, até alcançar a textura pastosa. Reserve.

Ferva 2,5 litros de água com sal e, para cozinhar a massa, siga as instruções de cozimento que estão na embalagem da marca de sua preferência. Aqueça o molho.

Após a massa cozida e ainda quente, misture o molho. Sirva imediatamente.

2 de jun de 2013

SALMÃO MARINADO COM MOLHO DE MEL




SALMÃO MARINADO COM MOLHO DE MEL
Ingredientes:
2 postas de salmão
1 colher de sopa de mel
1 colher de sopa de mostarda  (com grão)
1 dente de alho
1 limão
1 lata de 400g de feijão branco
azeite
rúcula
sal
pimenta

Preparação:
Raspe o limão, reservando a raspa. De seguida esprema-o e guarde o sumo. Comece a preparar a marinada misturando o mel com a mostarda e juntando um fio de sumo de limão (só um pouco - guarde o restante para os feijões). Finalmente, tempere a marinada com sal e pimenta e envolva bem o salmão na mistura. Deixe repousar durante alguns minutos.

Prepare a salada para acompanhar: retire os feijões da lata, passe-os por água, escorra-os bem e reserve. Deite um fio de azeite numa frigideira e junte o dente de alho previamente esmagado. Deixe aquecer ema frigideira em fogo baixo (cuidado para o alho não queimar!) durante 3 ou 4 minutos, até o aroma do alho se espalhar pelo azeite. Retire o alho da frigideira e coloque  os  feijões, envolvendo-os bem no azeite. Junte a raspa do limão e o restante sumo. Cozinhe durante uns minutos, envolvendo bem os feijões. Tempere com sal e pimenta. coloque numa  saladeira, misturando com a rúcula, e reserve.

Finalmente, aqueça uma grelha e grelhe o salmão até ficar no ponto. Sirva acompanhado com a salada de rúcula e feijão.

PATO COM LARANJA E LIMA DO MEU JEITO



PATO COM LARANJA E LIMA DO MEU JEITO 
Tendo um pato inteiro em mãos, decidi inventar. Não é a famosa receita de Pato com molho de laranja, mas não deixa de ser saborosa. Queria o sabor oriental, e fui buscar isso à lima, e o resultado surpreendeu-me. Exótico.

Serve 6 pessoas

Ingredientes:

1 pato inteiro (2.5 kg)
1 laranja grande
1 lima
3 dentes de alho, finamente picados
3 colheres de sopa de azeite
Sal e pimenta q.b.

2 cenouras
1 cebola
100 ml de água


Preparação:
Corte uma parte da carne do rabo do pato e reserve para aromatizar um arroz de acompanhamento. Remova as cascas (a casca sem a parte branca) da laranja e da lima, e corte em juliana fina. Misture os cascas dos citrinos e algum do seu sumo com os alhos, sal, pimenta moída e azeite. Com a ajuda de uma faca, levante um pouco a pele do pato e insira as cascas em juliana entre a carne a pele do pato.

Num tabuleiro médio, junte as cenouras e a cebola, em rodelas, e adicione a água. Tempere o pato com sal e pimenta. Leve ao forno na parte baixa, a 240 ºC, por 20 a 25 minutos (até dourar muito bem). A alta temperatura ajuda a derreter a gordura do pato. Não se importe se a pele queimar ligeiramente – não a irá comer. Remova do forno, vire o pato com o peito para cima, tempere com sal e pimenta, e volte a colocar no forno, por mais 15 a 20 minutos, ou até ganhar um dourado escuro. Sirva com arroz, com algum do molho do tabuleiro – pouco, que é um molho muito gorduroso.

A lima funcionou muito bem. Não coloquei cascas nas coxas – fiquei assim com alguma carne com o sabor mais típico. De qualquer forma, prometo para breve o pato com laranja, mas sem a lima, porque a receita “clássica” de pato com laranja é muito diferente desta.

FRANGO MARINADO



FRANGO MARINADO
Ingredientes (2 pessoas):
2 peitos de frango
500g de tomates-cereja
125g de queijo halloumi
2 limas
manjericão
rúcula
hortelã
azeite
sal
pimenta


Preparação:
Esmague os tomates-cereja para um recipiente - não com demasiada força, apenas a necessária para que soltem o sumo e as grainhas, que ficarão no recipiente; à medida que o faz, vá deixando os tomates num recipiente de ir ao forno. Quando terminar, passe o sumo e as grainhas por um passador, por forma a ficar apenas com o sumo. Junte-lhe o sumo e a raspa de ambas as limas, algumas folhas de hortelã picadas grosseiramente, sal e pimenta. Deite sobre os peitos de frango e deixe-os a marinar durante algum tempo.

Entretanto, junte aos tomates o queijo halloumi desfeito em pedaços, regue com um fio de azeite, tempere com um pouco de pimenta (não é necessário sal - o halloumi já é salgado) e cubra com algumas folhas de manjericão picadas. Leve ao forno previamente aquecido a 180º durante 15 ou 20 minutos. Retire do forno, junte a rúcula e misture bem.


Depois da marinados, grelhe os peitos de frango até ficarem no ponto. Se necessário corrija temperos. Sirva acompanhados dos tomates-cereja com halloumi.

1 de jun de 2013

TORTA MUSSE DE CAFÉ



TORTA MUSSE DE CAFÉ
Massa
1 xícara (chá) de café bem forte
2 xícaras (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de margarina
2 ovos
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1/2 colher (chá) de bicarbonato
de sódio
2 colheres (chá) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de chocolate
em pó

Musse de café
1 envelope de gelatina incolor sem sabor
1 lata de creme de leite
1/4 de xícara (chá) de café solúvel
200 g de chocolate ao leite derretido em banho-maria
1 colher (sopa) de conhaque
4 claras batidas em neve
2 colheres (sopa) de açúcar

Cobertura
250 g de chocolate ao leite
1 colher (sopa) de margarina
1 colher (sobremesa) de café solúvel
1/2 xícara (chá) de creme de leite

Modo de Preparo:

Massa
Em uma panela, misture o café e metade do açúcar e leve ao fogo até ferva. Deixe esfriar. Na batedeira, bata a margarina e o resto do açúcar. Junte os ovos um a um e bata. Peneire a farinha, o bicarbonato, o fermento e acrescente à mistura de manteiga. Alterne com o café e o chocolate. Ponha na forma untada e leve ao forno preaquecido a 180ºC por 50 minutos. Desenforme.

Musse
Dissolva a gelatina seguindo as instruções. Numa tigela, misture a gelatina, o creme de leite, o café, o chocolate e o conhaque. Acrescente as claras batidas com o açúcar e misture. Leve à geladeira até começar a endurecer. Corte o bolo ao meio e recheie.

Cobertura
Derreta o chocolate em banho maria, misture a margarina e o café solúvel. Junte o creme de leite e misture. Leve à geladeira até gelar. Bata na batedeira por três minutos e cubra o bolo.